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"Há
nele um pouco daquele terror que antecede a glória, tal como o
vemos em quase todos os poemas que T.S. Eliot escreveu antes de
sua conversão ao catolicismo anglicano. Mas é apenas uma
lembrança talvez inoportuna, pois a poética do autor de O Cão
de Olhos Amarelos não nos acena com nenhuma futura trégua.
Antes nos promete mais crueza e contundência, como se em sua
aspereza polifônica residisse o próprio cerne obstinado e
irredento da alma nordestina. " IVAN JUNQUEIRA. Leia o
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Sem
deixar-se seduzir pelos modismos artísticos, sua poesia é autêntica.
É, como já disse, dotada de verdade e de beleza. E, sendo
assim, gostaria de parafrasear Johannes Pfeiffer, em Introdução
à poesia: devido à sua verdade, esta poesia é necessária;
devido à sua beleza, é beatificante! HILDEBERTO BARBOSA
FILHO. Leia
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A
nova poesia de Cunha Melo traz esse estímulo à inteligência:
convida o leitor a deter-se no sentido de cada frase, é um plus
de energia significante que “dá a pensar”, para dizê-lo
com a fórmula incisiva de Paul Ricoeur. ALFREDO BOSI. Leia o
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"Escrever
quase ao rés da fala comum sem perder o senso do sublime é
quase impossível e Alberto da Cunha Melo faz isso com perfeição".
ASTIER BASÍLIO. Leia o artigo completo. Clique neste ícone:
"Numa
época na qual, em meio à diversidade formal e temática,
sobressaem-se manifestaç6es poéticas voltadas para uma prática
circense e pirotécnica, merece atenção a resistência de
artistas, como Cunha Melo, que se preocupam mais com dificuldade
técnica de uma escrita simples". HENRIQUE RODRIGUES. Leia
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“Tenho
vontade de sair cantando ou dançando, chorando ou mugindo,
quando leio Alberto da Cunha Melo.” DEONÍSIO DA SILVA
(apresentação). Leia
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